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Smart Solutions for Smart Grids

A Petrobrás, uma das maiores companhias petrolíferas do mundo, investe em maior eficiência e confiabilidade de suas instalações.

Em janeiro de 2014, duas de suas usinas termoelétricas passaram a controlar e manter suas subestações de energia por meio da tecnologia da Treetech.

A UTE Baixada Fluminense, em Seropédica-RJ, com capacidade instalada de 530 MW começou a operar a unidade geradora 1 (172 MW) com transformadores de potência fornecidos pela WEG. Essas máquinas já saíram de fábrica totalmente sensoriadas pelos IEDs Treetech e encontram-se integradas ao software de monitoramento Sigma4net para acompanhamento on-line dos principais parâmetros que indicam anomalias operacionais.
Estão contemplados no sistema as funções:
– Temperatura (TM1)
– Regulação de Tensão (AVR)
– Gás e Umidade (GMP)
– Buchas (BM)
– Membrana (MBR)

Assim, desde o início da operação dos transformadores, a Petrobrás tem acesso aos diagnósticos e prognósticos que possibilitam a tomada das melhores decisões para manter a planta sempre disponível.

Já a  UTE Euzébio Rocha, em Cubatão-SP, interligada ao sistema SIN (com 216 MW de potência instalada) modernizou as instalações já em operação desde 2010. 04 transformadores de potência foram integrados ao software corporativo da unidade.
No intuito de ganhar em segurança e agilidade, foram considerados:
– Monitores de Buchas (BM) para verificar a integridade das buchas capacitivas;
– Monitores de Umidades (MO) para controle das restrições operativas devido a presença de água no óleo isolante;
– Monitores de Temperatura (TM1) para controle e proteção térmica das máquinas.

Além disso, todas as informações coletadas são compartilhadas com o sistema historiador de eventos da usina, via driver OPC. Assim, a mesma fonte confiável é responsável por abastecer as diversas equipes envolvidas na operação e manutenção dos transformadores.

Aplicando na prática os conceitos de gestão de ativos, a Petrobrás, por meio das ferramentas com a qualidade Treetech consegue se antever a falhas e manter todo o sistema operante, promovendo a continuidade do fornecimento e do sistema energético brasileiro.

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