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Smart Solutions for Smart Grids

Timeline-02

Desde os primeiros anos no mercado, o Monitor de Buchas se mostrou um produto robusto e confiável, e seu primeiro grande caso de sucesso, veio logo em seu segundo ano em operação (2004). Na trilha deste, muitos outros  eventos consolidaram o BM como um equipamento eficiente – nem todos estes casos vieram a público, mas alguns deles, listados abaixo, mostram como o sensor tem sido bem-sucedido.

Este é o segundo texto do especial sobre as 3000 buchas monitoradas. Para conferir o primeiro, clique aqui.

SE MIGUEL (SDG&E)

case_sdge_4Instalado em 2003 na SE Miguel da San Diego Gas & Electric (SDG&E) – EUA, a fim de incrementar a segurança na operação de dois bancos de autotransformadores monofásicos, o Monitor de Buchas não demorou a atingir tal objetivo.

No final de 2004, o Monitor de Buchas BM emitiu alerta de Capacitância Alta para uma das buchas evitando assim uma possível falha, fato comprovado através da realização de medições off-line. Permitindo a identificação precoce da falha, o BM ajudou a evitar um apagão de grande escala na região da costa oeste norte-americana.

Leia mais detalhes sobre este case, clicando aqui.

SERRA DA MESA (FURNAS)

Serra_da_mesa_webNa Usina de Serra da Mesa, suspeitas em relação a uma determinada família de buchas levaram à necessidade de redução do intervalo entre as medições off-line de 6 anos para apenas 3 meses, aumentando muito os custos de manutenção e de indisponibilidade do sistema.

A alternativa para superar estas desvantagens da manutenção baseada no tempo foi a monitoração on-line da capacitância e da tangente delta das buchas, que permitiu que essas medições fossem feitas de forma contínua e durante a operação normal do equipamento. Assim, em Novembro/2005 foi instalado o sistema de monitoração de buchas BM.

As suspeitas em relação à família de buchas foram confirmadas durante a operação do sistema de monitoração, que emitiu alarme devido a uma grande elevação da Capacitância na bucha. Ainda mais grave, porém, foi a constatação de uma elevada tendência de aumento da Capacitância, o que levou ao rápido desligamento do banco.

Medições off-line de Capacitância e quantidade de gases presentes na bucha atestaram o a veracidade do alarme emitido pelo BM.

Para conhecer mais deste caso bem-sucedido, clique aqui.

SE MESQUITA (CEMIG)

case_mesquita_1A Cemig também escolheu o sistema de monitoramento de buchas da Treetech no ano de 2005 para uma família de buchas suspeitas na SE Mesquita, que fica no município de Santana do Paraíso, em Minas Gerais.

Neste caso, as suspeitas não se confirmaram logo de cara. Em 2011, no entanto, o Monitor de Buchas indicou alarmes de tendência de Capacitância Alta e de Tangente Delta Alta em uma das buchas. Segundo o diagnóstico do BM, tais indicadores atingiriam níveis maiores que o normal dali a dois meses.

A evolução da Capacitância e da Tangente delta seguiu conforme o previsto até o dia anterior ao do desligamento previsto, quando o sistema de monitoramento apontou uma evolução súbita da tangente delta. A partir deste registro, uma desenergização de emergência foi autorizada para avaliação do estado da bucha.

Os resultados obtidos pelo monitoramento on-line foram confirmados pelos testes realizados diretamente na bucha, que teve de ser trocada. Uma análise posterior do óleo da bucha comprovou a perda de sua capacidade de isolação e o acerto da Cemig ao optar pelo desligamento do transformador.

Um artigo técnico feito a partir deste caso foi apresentado no XXII Seminário Nacional de Produção e Transmissão de Energia Elétrica. Para acessar o artigo, clique aqui.

UHE ITÁ (ENGIE)

Em 2014, mais de dez anos depois de seu lançamento, o BM continuou mostrando sua eficiência, desta vez na UHE Itá, da Engie, onde foi instalado em 2011. Lá, o Monitor de Buchas detectou índices elevados de capacitância e tangente delta, fatores que apontam para a deterioração da capacidade de isolação da bucha, o que levou os engenheiros a retirarem o transformador de operação.

Com a bucha desligada, uma série de ensaios foi realizada para confirmação do problema. Estes apontaram níveis elevados de gases combustíveis: Hidrogênio (H2), Metano (CH4), Etileno (C2H4), Etano (C2H6) e  Acetileno (C2H2) – corroborando o diagnóstico apontado em tempo real pelo Monitor de Buchas.

Para conhecer mais detalhes deste case, clique aqui.

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